Por Beba Local      21/08/2017 10:33:43    
Ao se degustar uma cerveja, você deve estar atento a cinco características: aparência, paladar, aroma, tato e drinkability.
 
Na maior parte das vezes, a primeira coisa que faz com que uma pessoa deseje experimentar uma bebida/comida é a aparência. No caso da cerveja, este fator está ligado a cor, espuma e transparência.
 
A cor está diretamente ligada à definição do tipo de cerveja. Ela também revela o tipo de malte utilizado e seu grau de torrefação.
 
Para medir a cor da cerveja, existem duas escalas: EBC e SRM.
 
EBC é a escala utilizada na Europa. Trata-se de uma abreviação para European Brewing Convention.
 
SEM é uma escala comumente usada nos EUA. Ela pode varia entre 2 - 3 que é Amarelo – Palha (Lite American Lager) até 40+ conhecido por Preto opaco (Russian Imperial Sout). Os valores SRM equivalem aproximadamente 40% dos valores EBC, ou seja, 10 unidades EBC equivalem a 4 unidades SRM.
 
 De modo geral, a escala EBC classifica como cerveja clara aquela que tiver cor correspondente a menos de 20 unidades EBC, e como cerveja escura a que tiver cor correspondente a 20 ou mais unidades.

A espuma se forma pela dispersão do dióxido de carbono (CO2) na cerveja. Ao emergir para superfície, este gás combina-se com moléculas de proteína, formando uma superfície elástica que cobre a pequena bolha. O acúmulo de bolhas resulta na espuma característica, conhecida como colarinho.
 
A espuma dependerá, portanto, do teor de proteína, da viscosidade da cerveja, da temperatura e da pressão durante o processo de fermentação e até mesmo do tipo de copo em que foi servido a bebida.
 
 
De preferência, a espuma deve ser brilhante, com poros finos, mais clara do que o líquido e estável, ou seja, deve permanecer presente por 2 minutos depois de servida a bebida.
 

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